Grande Prêmio da Austrália

Embora a seleção de pneus para o Grande Prêmio da Austrália seja a mesma do ano passado – macio, supermacio e ultramacio – os compostos são todos um nível mais macio em 2018, contribuindo para o grande aumento de desempenho já visto nos testes da pré-temporada. Com carros novos, pilotos novatos, clima variável e muita evolução da pista, Melbourne é sempre uma das corridas mais imprevisíveis e ansiosamente aguardadas do ano.

OS TRÊS COMPOSTOS SELECIONADOS

O CIRCUITO DO PONTO DE VISTA DO PNEU

 

·         Albert Park é um circuito de rua semi-permanente, que não é usado extensivamente durante o ano. Portanto, a pista pode estar particularmente 'verde' e escorregadia no início do fim de semana do GP.

·         Ela é composta, de uma forma geral, por retas pequenas e médias e com curvas de baixa até média velocidade.

·         A tração é a chave para obter uma boa saída das curvas em direção as retas curtas.

·         Desgaste e degradação são baixos: a maioria dos carros pararam apenas uma vez no ano passado, com a estratégia mais popular – usada pelo top 3 – sendo sair de ultramacio e trocar para o macio. Os compostos mais macios deste ano podem ter diferentes níveis de desgaste e degradação, resultando em mais paradas nos boxes.

·         Há uma chance razoavelmente alta de o carro de segurança ser acionado: a corrida de 2006 contou com ele por quatro vezes.

·         Forças laterais não são particularmente elevadas: a energia total que passa pelos pneus é mediana.

·         A perda de tempo do pit lane é de cerca de 25 segundos. Não foram feitas grandes alterações na pista desde 2017.

Mario Isola, líder de competições de veículos da Pirelli: “Os testes de Barcelona já forneceram uma indicação do passo adiante no desempenho dos carros de 2018 e dos compostos. Devemos ver esta nova realidade levada para as condições muito diferentes da Austrália. Exatamente o que poderiam ser ainda está para ser visto: o clima nesta época do ano em Melbourne pode variar de frio e úmido a muito quente. Pelo que podemos ver até agora, os compostos mais macios deste ano devem abrir a possibilidade para uma ou duas trocas, ao invés de uma para a maioria dos pilotos em 2017. Como de costume, no primeiro GP da temporada, há ainda uma série de perguntas a serem respondidas, mas esperamos ver uma corrida emocionante com a estratégia de pneus desempenhando um papel fundamental”.

 

O QUE HÁ DE NOVO

 

·         Há um novo horário de início da corrida. Agora será 16h10 (hora local), com todas as corridas este ano começando 10 minutos após o início da hora, a fim de acomodar os interesses da televisão.

·         O novo carro de dois lugares da Fórmula 1 está programado para fazer sua estreia na Austrália, com base em uma versão atualizada do desenho original da Tyrrell de 1998 com pneus Pirelli.

 

PRESSÕES MÍNIMAS PARA A LARGADA

 

22,0 psi (pneus dianteiros) e 19,5 psi (pneus traseiros)

 

 

 

LIMITES DE CAMBAGEM

 

 

-3,75º (pneus dianteiros) e -2,00º (pneus traseiros)

 

 

Pneus selecionados até o momento

Mais posts relacionados

Conheça as motocicletas finalistas do Build, Train, Race

A próxima etapa serão os treinos em pista de terra para, no final, competirem nas corridas oficiais da Liga Brasileira de Flat Track

24 marcos e lendas de Le Mans

Façanhas, estatísticas e fatos que fazem das 24 Horas a maior prova de resistência do mundo

Mercedes-AMG comemora 50 anos da vitória nas 24 horas de Spa

Piloto brasileiro Felipe Fraga competirá pela AKKA ASP Team na classe "Pro". Serão 13 novos Mercedes-AMG GT3 participando em três classes diferentes

A Mille Miglia de 1955

Em 1º de maio de 1955, Stirling Moss e o co-piloto Denis Jenkinson venceram a 22ª Mille Miglia em um Mercedes-Benz 300 SLR

Brasil no Dakar

Pedras, pó, quebra e erros marcam primeira etapa dos pilotos portugueses nas motos

Publicidade